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Ontem, segunda-feira, o Corinthians lançou oficialmente o seu terceiro uniforme para o ano do centenário. A camisa manteve os já característicos tons de roxo das últimas três edições. E a novidade principal é o desenho em formato de cruz na parte frontal que, segundo a Nike, seria uma homenagem a São Jorge, o padroeiro do clube. Isto tudo não diria respeito a nós, tricolores, não fosse por um detalhe: o uniforme já foi batizado de Espírito Guerreiro. E para que a novidade caia de vez no gosto da Fiel, o clube preparou algumas ações de marketing. No melhor estilo caça ao tesouro, os torcedores que acompanham o perfil da Nike no twitter (www.twitter.com/nikefutebol) receberam dicas de locais na cidade onde promotores esperavam com a nova camisa. Aqueles que conseguiram chegar até eles e falaram a senha Espírito Guerreiro foram contemplados. O apelido dado merecidamente pelos tricolores ao time que não foi o campeão brasileiro do ano passado, mas que encantou o Brasil, foi parar na boca de outras torcidas. Não sei até que ponto o Marketing do Fluminense deixou passar uma boa oportunidade de gerar produtos com a marca dos guerreiros e, assim, ratificar cada vez mais esta alcunha, que, na minha opinião, é extremamente positiva.
Decerto que marketing seja um assunto para os entendidos. E eu não sou. Mas vide os casos do Grêmio, até hoje conhecido como Imortal. E o Atlético/PR, o Furacão. Então apenas trago aqui esta constatação. E também um apelo: que a torcida tricolor não deixe de exaltar o genuíno Time de Guerreiros nas arquibancadas.
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Em tempo 1: O Santos espera lucrar milhões de reais nos seis meses em que o Robinho estiver na Vila Belmiro. A maioria deste montante viria de produtos com a marca do ídolo, que vão de bonecos a camisas. Em tempo 2: Alguém sabe quanto o Fluminense já lucrou com o Fred? Ou quanto pretende lucrar nos cinco anos de contrato?
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Mais um exemplo de como a Adidas subestima o potencial do Fluminense...
ST,
PC
No marketing do Fluminense (essa frase não seria um contra-senso?) passa um elefante de marajá e ninguém monta.
Thiago Silva, Fred, time de guerreiros - criado pela torcida, são tantos os exemplos que dói no coração.
http://www.nfl.com/
A Paixão de torcedores, como nós, simplesmente transcende os limites da normalidade e do razoável. Somos capazes de tudo por amor ao Fluminense e isso não é explorado.
Para que se tenha resultado nesta área são necessários profissionais (preferência tricolores) para montar um planejamento estratégico de mktg para o Fluminense.
Planejamento a curto, médio e longo prazo que envolverá desde mais respeito ao torcedor a construção do tão sonhado (por mim, pelo menos) Estádio do FFC.
Nosso próximo presidente terá q ser um visionário e estar muito bem assessorado.
ST
Agora eu pergunto a quem defendeu a rescisão unilateral do jogador (me refiro aos intelectualmente honestos, não aos que fazem isso a serviço político):
- se o Luiz Alberto tem mercado com o Boca Juniors, por que não teria com outro clube brasileiro??
- ele vai jogar de graça pelo Boca??
- se ele não vai jogar de graça, o que seria melhor: o Fluminense emprestá-lo de graça ao Boca, apenas complementando a parte a maior daquilo que o Boca se dispõe a pagar?? Ou ser obrigado judicialmente a pagar 100% do restante do contrato + juros + correção + danos à imagem etc. etc. etc.??
Creio que a resposta a essas questões esgota o assunto. Faltou COMPETÊNCIA aos gestores de futebol para acertar as situações desses atletas com o menor prejuízo possível ao clube. E agora o escritório do Mario Bittencourt vai ter que entrar em campo nas causas judiciais, naturalmente levando as justas comissões sobre o que conseguirão após os acordos. E ainda vai ter bobinho prá aplaudir.
"Ah, isso não influencia nos resultados dentro de campo..." Ô, e como influencia!!
Lucas Saboia
Me disseram que tem corrente política 'tirando onda' porque seria a "ÚNICA" que destrincha as contas e o orçamento de modo a fornecer ao associado as condições para que ele faça seu juízo de valor a respeito da gestão Horcades.
Só me resta gargalhar a respeito: kkkkkkkkkkkk!! Porque o modelo de aprovação de contas e orçamento é o mesmo desde a 1ª gestão Fischel, quando atuais líderes dessa mesma corrente política eram conselheiros e, já alertados a respeito da questão naquela época (quase DEZ ANOS atrás), preferiram a política do "tapinha nas costas dos velhinhos do Conselho".
O mesmo vale para o líder deles, pré-candidato à presidência do clube: enquanto pouquíssimos se dispunham a enfrentar esse sistema na 1ª gestão Horcades, o atual pré-candidato estava, no mesmo Conselho, fazendo uma autêntica 'cara de paisagem', em total consonância e apoio ao candidato em quem votou em 2004, Roberto Horcades.
Tem gente que gosta de fazer política contando as coisas pela metade. O dever dos tricolores independentes e de bem é desmascarar tais imposturas.
Lucas Saboia
Aplaudo de pé os seus dois comentários offtopic. Espero que muitos tricolores leiam e reflitam.
ST,
PC
S.T.